Desde o final de 2022, os fãs de jogos têm conhecimento do remake do primeiro The Witcher que está sendo feito utilizando a Unreal Engine 5. Essa ideia tem o potencial de oferecer aos jogadores uma experiência mais moderna ao começar a franquia. No entanto, nem tudo do jogo original sobreviverá nesta nova edição.
Em entrevista ao portal 'Edge', Jakub Rokosz, CEO da Fool's Theory, empresa responsável pelo desenvolvimento do remake, revelou que a equipe não apenas irá reformular muitos aspectos datados do jogo original, mas também remover alguns elementos considerados ruins. Segundo o empresário, a intenção é eliminar partes que são 'simplesmente ruins, ultrapassadas ou confusas e desnecessárias'.
O primeiro jogo da trilogia apresenta elementos problemáticos, como certas mecânicas e a parte do pântano. No entanto, os fãs já esperavam um dos cortes, que é a sequência de 'romances de Geralt', um sistema de cartas sugestivas que os jogadores podiam colecionar baseado nos encontros românticos do protagonista. Até mesmo os criadores do jogo já expressaram arrependimento em relação a isso.
De acordo com Rokosz, a prioridade no momento é fazer uma análise realista de todos os detalhes do primeiro The Witcher e determinar o que funciona, o que precisa ser reformulado ou descartado, além de identificar o que é excelente e merece mais destaque ou melhoria.